Mapa de risco: o que é, cores, exemplos e como fazer na segurança do trabalho

Profissionais elaborando o mapa de risco

O mapa de risco é uma representação visual dos perigos existentes em um ambiente de trabalho. Elaborado sobre uma planta baixa ou um croqui, ele utiliza círculos, cores e legendas para indicar onde estão os riscos, qual é sua natureza e qual atenção cada situação exige.

Essa ferramenta ajuda trabalhadores, integrantes da CIPA, profissionais do SESMT e gestores a compreenderem rapidamente as condições de cada setor. No entanto, o mapa de risco não deve ser tratado apenas como um desenho fixado na parede. Ele precisa refletir a realidade do trabalho e estar conectado às medidas de prevenção da empresa.

Neste artigo, você vai entender o significado das cores, como interpretar os círculos, quem participa da elaboração e como criar um mapa de risco passo a passo, de acordo com as regras atuais de Segurança e Saúde no Trabalho.

O que é mapa de risco?

O mapa de risco é uma representação gráfica dos perigos e riscos ocupacionais presentes nos diferentes ambientes de uma organização. Sua elaboração normalmente parte de uma planta baixa ou de um croqui do local, sobre o qual são inseridos círculos coloridos e uma legenda.

As cores identificam diferentes grupos de risco. Os tamanhos dos círculos indicam a magnitude ou a importância atribuída à situação analisada, conforme os critérios definidos pela organização.

Leia também: Risco 1, 2, 3 e 4 na NR-5: entenda os graus

O mapa também registra a percepção dos trabalhadores, que conhecem na prática as máquinas, os materiais, os ritmos de produção e as dificuldades de cada atividade. Por isso, ele não deve ser elaborado apenas dentro de um escritório, sem observação do trabalho real.

Para que serve o mapa de risco?

O principal objetivo é comunicar os riscos de maneira simples e visual. Uma pessoa deve conseguir olhar o mapa e identificar quais perigos estão presentes em determinado setor.

Entre suas aplicações estão:

  • Facilitar a identificação dos riscos ocupacionais;
  • estimular a participação dos trabalhadores na prevenção;
  • apoiar treinamentos e diálogos de segurança;
  • orientar inspeções internas;
  • indicar setores que necessitam de atenção;
  • melhorar a comunicação entre trabalhadores, CIPA, SESMT e gestores;
  • apoiar a definição de medidas preventivas.

O mapa também pode ajudar a empresa a perceber riscos que antes eram tratados como parte normal da rotina, como excesso de ruído, postura inadequada, contato frequente com produtos químicos ou circulação insegura de pessoas e materiais.

O mapa de risco ainda é obrigatório?

A redação atual da Norma Regulamentadora nº 5 não determina que toda organização seja obrigada a adotar especificamente o mapa de risco.

A norma estabelece, entre as atribuições da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio, a CIPA, o registro da percepção dos riscos dos trabalhadores por meio do mapa de risco ou de outra técnica ou ferramenta apropriada, com a participação do maior número possível de trabalhadores e a assessoria do SESMT, quando houver.

Isso significa que o registro da percepção dos trabalhadores continua sendo relevante, mas o mapa não é a única ferramenta admitida. A organização pode utilizar outra técnica apropriada, desde que ela cumpra essa finalidade e esteja integrada ao gerenciamento dos riscos ocupacionais.

Ao mesmo tempo, a organização precisa observar as exigências da NR-1 relacionadas ao GRO e ao PGR. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o PGR deve ser composto, no mínimo, pelo inventário de riscos ocupacionais e pelo plano de ação, ressalvadas as situações de dispensa previstas na norma.

Na prática, a empresa pode continuar utilizando o mapa porque ele:

  • É fácil de compreender;
  • favorece a participação dos trabalhadores;
  • melhora a comunicação visual;
  • ajuda em treinamentos;
  • complementa o inventário de riscos;
  • permite visualizar vários perigos em uma planta.

A decisão de usá-lo deve considerar a realidade do estabelecimento, as ferramentas previstas no sistema de gestão da organização e eventuais exigências específicas aplicáveis à atividade.

Quais são as cores do mapa de risco?

A convenção mais conhecida utiliza cinco cores para representar cinco grupos de riscos ocupacionais. Essa classificação foi consolidada historicamente pela Portaria nº 25/1994 e continua amplamente utilizada na elaboração de mapas.

CorGrupoTipo de riscoExemplos
VerdeGrupo 1Riscos físicosRuído, calor, frio, vibrações, umidade, radiações e pressões anormais
VermelhoGrupo 2Riscos químicosPoeiras, fumos, névoas, gases, vapores e substâncias químicas
MarromGrupo 3Riscos biológicosVírus, bactérias, fungos, protozoários e parasitas
AmareloGrupo 4Riscos ergonômicosPostura inadequada, repetitividade, esforço físico e organização do trabalho
AzulGrupo 5Riscos de acidentesQuedas, eletricidade, incêndio, explosão e máquinas sem proteção

É importante não trocar as cores. Um risco químico, por exemplo, deve ser representado em vermelho, enquanto riscos de acidentes utilizam a cor azul.

Verde: riscos físicos

Os riscos físicos decorrem de formas de energia às quais o trabalhador pode estar exposto. Entre os exemplos estão:

  • Ruído;
  • calor e frio;
  • vibrações;
  • umidade;
  • radiações ionizantes e não ionizantes;
  • pressões anormais.

Uma oficina com máquinas muito ruidosas pode ter um círculo verde na área de operação. A avaliação técnica da exposição, entretanto, exige critérios e instrumentos apropriados. A cor, isoladamente, não informa se um limite de exposição foi ultrapassado.

Vermelho: riscos químicos

Os riscos químicos estão associados a substâncias que podem penetrar no organismo por inalação, contato com a pele ou ingestão acidental.

Poeiras, fumos metálicos, névoas, gases, vapores, solventes e produtos de limpeza são exemplos. Uma área de pintura, um laboratório ou um setor que manipule produtos corrosivos pode apresentar círculos vermelhos.

A classificação deve considerar o produto, sua concentração, a forma de uso, as vias de exposição e as medidas de controle existentes.

Marrom: riscos biológicos

Os riscos biológicos envolvem microrganismos e materiais potencialmente contaminados, como vírus, bactérias, fungos e parasitas.

Eles são comuns em hospitais, clínicas, laboratórios, serviços de limpeza, coleta de resíduos, saneamento e atividades com animais.

Um círculo marrom não deve ser inserido apenas porque há contato com pessoas. É necessário analisar a atividade, as fontes de exposição e as possíveis formas de transmissão.

Amarelo: riscos ergonômicos

Os riscos ergonômicos estão relacionados às condições de trabalho que podem afetar o conforto, a segurança e a saúde dos trabalhadores.

Entre os exemplos estão:

  • Levantamento e transporte manual de cargas;
  • movimentos repetitivos;
  • posturas inadequadas;
  • ritmo excessivo;
  • trabalho em turnos;
  • mobiliário incompatível com a atividade;
  • exigências cognitivas;
  • aspectos da organização do trabalho.

A análise não deve se limitar à cadeira ou à posição do monitor. A Norma Regulamentadora nº 17, a NR-17, considera também a organização do trabalho e as características psicofisiológicas dos trabalhadores.

Azul: riscos de acidentes

Os riscos de acidentes, também chamados em alguns materiais de riscos mecânicos, incluem condições capazes de provocar lesões imediatas.

São exemplos:

  • Máquinas sem proteção;
  • instalações elétricas inseguras;
  • risco de queda;
  • armazenamento inadequado;
  • ferramentas defeituosas;
  • circulação de veículos;
  • incêndio ou explosão;
  • arranjo físico inadequado;
  • presença de animais peçonhentos.

A identificação visual deve ser acompanhada de medidas concretas. Sinalizar uma máquina perigosa no mapa não elimina a necessidade de instalar proteções e controlar o acesso.

Como representar fatores de risco psicossociais?

A NR-1 vigente inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Esses fatores podem estar relacionados, por exemplo, a assédio, falta de apoio, sobrecarga, baixa autonomia, exigências contraditórias, jornadas inadequadas ou exposição a situações traumáticas. Eles devem ser identificados e avaliados considerando a organização do trabalho, e não por meio de diagnósticos individuais de saúde mental.

Se decidir representá-los no mapa, a organização deve adotar uma legenda clara e coerente com sua metodologia. Não é recomendável criar uma suposta “sexta cor oficial”, pois não existe um padrão nacional desse tipo na NR-5 atual.

O que significam os tamanhos dos círculos?

Tradicionalmente, o mapa de risco utiliza círculos pequenos, médios e grandes. Quanto maior o círculo, maior a magnitude, intensidade ou importância atribuída ao risco naquela área.

  • Círculo pequeno: situação classificada no menor nível adotado pela metodologia;
  • círculo médio: situação que exige atenção e medidas de controle;
  • círculo grande: situação prioritária, com maior exposição, gravidade potencial ou necessidade de intervenção.

Essa classificação não deve ser feita por impressão pessoal. A organização precisa definir critérios consistentes, considerando:

  • Fonte ou circunstância perigosa;
  • trabalhadores expostos;
  • frequência e duração da exposição;
  • possíveis consequências;
  • eficácia das medidas preventivas;
  • resultados de avaliações técnicas;
  • percepção dos trabalhadores;
  • critérios utilizados na avaliação do PGR.

O tamanho do círculo do mapa também não deve ser confundido automaticamente com o nível de risco calculado no inventário. A legenda deve explicar exatamente o que pequeno, médio e grande significam naquele documento.

Quando existirem diferentes riscos no mesmo ponto, podem ser utilizados círculos separados ou um círculo dividido em partes coloridas. A opção escolhida precisa preservar a legibilidade.

Leia mais: Segurança do Trabalho: 5 regras para evitar falhas na gestão

Exemplos de mapa de risco

Os exemplos a seguir são ilustrativos. A classificação definitiva depende da observação do trabalho real, da avaliação do PGR e dos critérios adotados pela organização.

AmbienteSituação identificadaCorTamanho ilustrativoMedida preventiva
EscritórioPostura inadequada e mobiliário sem ajusteAmareloMédioAjustar mobiliário e organizar pausas
EscritórioCabos atravessando a circulaçãoAzulMédioInstalar canaletas e reorganizar os cabos
OficinaRuído de máquinasVerdeGrandeControlar a fonte e avaliar a exposição
OficinaMáquina sem proteçãoAzulGrandeInstalar proteção e impedir o uso inseguro
AlmoxarifadoPoeira em suspensãoVermelhoMédioMelhorar limpeza, ventilação e controle da fonte
HospitalContato com material biológicoMarromGrandeAplicar precauções e procedimentos de biossegurança
LaboratórioManipulação de substância corrosivaVermelhoGrandeUsar capela, contenção e procedimentos seguros

Exemplo em escritório

Em um escritório, podem ser identificados fatores ergonômicos relacionados ao mobiliário, à repetitividade, às exigências cognitivas e à organização das tarefas. Também podem existir riscos de acidentes causados por tomadas sobrecarregadas, cabos soltos e saídas obstruídas.

O erro mais comum é considerar que escritórios não apresentam riscos relevantes. A ausência de máquinas industriais não elimina problemas ergonômicos, elétricos, de incêndio ou de organização do trabalho.

Exemplo em indústria ou oficina

Uma indústria pode concentrar diferentes grupos de risco no mesmo setor. Uma máquina pode gerar ruído, utilizar substâncias químicas e apresentar partes móveis capazes de causar acidentes.

Nesse caso, o mapa deve mostrar os riscos físico, químico e de acidente, sem reduzir toda a situação a um único círculo. As medidas preventivas precisam atuar sobre cada fonte identificada.

Exemplo em hospital ou laboratório

Em hospitais e laboratórios, os riscos biológicos costumam receber destaque, mas não são os únicos. Também podem existir substâncias químicas, radiação, materiais perfurocortantes, posturas inadequadas e condições capazes de provocar quedas ou incêndios.

A classificação deve ser específica para cada ambiente. Um laboratório de microbiologia não apresenta necessariamente os mesmos riscos de um laboratório de química ou de uma sala de radiologia.

Como fazer um mapa de risco em 7 passos

A elaboração deve combinar observação do ambiente, participação dos trabalhadores e informações do gerenciamento de riscos da organização.

1. Obtenha a planta baixa ou faça um croqui

Utilize uma planta atualizada que mostre salas, corredores, máquinas, bancadas, portas e áreas de circulação. Se ela não estiver disponível, faça um croqui proporcional e legível.

O desenho precisa permitir que qualquer pessoa reconheça os setores representados.

2. Conheça os processos e divida o ambiente em setores

Observe como o trabalho realmente acontece. Identifique atividades, máquinas, materiais, produtos, resíduos, fluxos, jornadas e formas de organização.

A divisão pode ser feita por setor, processo ou atividade, desde que ajude a localizar as fontes de risco.

3. Consulte os trabalhadores

Converse com quem executa as tarefas. Pergunte onde ocorrem desconfortos, falhas, improvisações, quase acidentes e exposições frequentes.

A consulta não substitui a avaliação técnica, mas revela situações que podem passar despercebidas durante uma visita rápida.

4. Identifique os perigos e as fontes geradoras

Registre o que pode causar lesão ou agravo e onde a situação se origina. Evite anotações vagas como “risco químico”. Informe, por exemplo, qual produto é utilizado, em que etapa e de que forma ocorre a exposição.

Considere também as medidas existentes, como ventilação, proteções de máquinas, procedimentos, equipamentos de proteção coletiva e equipamentos de proteção individual.

5. Avalie e classifique os riscos

Associe cada situação ao grupo e à cor correspondente. Em seguida, defina o tamanho do círculo conforme os critérios documentados pela organização.

Essa etapa deve estar coerente com o inventário de riscos. Se houver diferença entre a percepção representada no mapa e a avaliação do PGR, ela deve ser investigada, e não simplesmente apagada.

6. Insira os círculos, as cores e a legenda

Posicione cada círculo no ponto em que o risco ocorre. Utilize cores distinguíveis, tamanhos consistentes e uma legenda próxima ao desenho.

Inclua, quando necessário:

  • Nome do setor;
  • data de elaboração;
  • responsáveis ou participantes;
  • versão do documento;
  • significado das cores;
  • significado dos tamanhos;
  • observações importantes.

7. Valide, divulgue e acompanhe as medidas

Revise o mapa com trabalhadores, CIPA, SESMT e responsáveis pelos setores, conforme a estrutura existente na organização.

Depois da validação, apresente o conteúdo às pessoas expostas. O mapa deve conduzir a ações de prevenção, com responsáveis e prazos. Se o problema identificado não for controlado, o trabalho não terminou.

Antes de finalizar, confirme se:

  • Todos os setores foram analisados;
  • os trabalhadores participaram;
  • as cores estão corretas;
  • os tamanhos seguem critérios definidos;
  • a legenda está legível;
  • os dados correspondem ao ambiente atual;
  • os riscos também estão tratados no PGR;
  • existem ações para as situações prioritárias.

Quem deve elaborar o mapa de risco?

Quando houver CIPA, a comissão participa do registro da percepção dos riscos dos trabalhadores, com a participação do maior número possível de pessoas e a assessoria do Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho, o SESMT, onde houver.

Isso não significa que a CIPA deva trabalhar isoladamente. Um mapa consistente pode envolver:

  • Trabalhadores dos setores analisados;
  • integrantes da CIPA;
  • profissionais do SESMT;
  • gestores e supervisores;
  • responsáveis pelo PGR;
  • especialistas necessários para avaliações específicas.

A organização continua responsável por implementar o gerenciamento dos riscos e as medidas de prevenção. A elaboração coletiva melhora o diagnóstico, mas não transfere a responsabilidade legal do empregador aos trabalhadores ou à CIPA.

Quando atualizar o mapa de risco?

A NR-5 atual não estabelece uma regra geral dizendo que todo mapa deve ser obrigatoriamente refeito uma vez por ano. A atualização deve acompanhar as mudanças e as revisões do gerenciamento de riscos da organização.

O mapa deve ser revisto especialmente quando houver:

  • Alteração do layout;
  • instalação ou retirada de máquinas;
  • mudança de processo;
  • uso de novos produtos;
  • criação de atividades;
  • identificação de novos perigos;
  • acidente ou doença relacionada ao trabalho;
  • falha ou ineficácia de uma medida preventiva;
  • mudança no número ou no perfil dos trabalhadores expostos;
  • alteração dos requisitos legais aplicáveis.

Um mapa antigo pode transmitir uma falsa sensação de segurança. Se ele não representa mais o ambiente, deve ser atualizado ou retirado de circulação.

Onde o mapa deve ser colocado?

Quando utilizado como ferramenta de comunicação, o mapa deve ficar em local visível e relacionado ao ambiente representado. Entradas de setores, áreas de convivência e pontos de reunião podem ser adequados, desde que permitam uma leitura fácil.

A versão precisa ter bom contraste, texto legível e legenda compreensível. Também é importante considerar trabalhadores com deficiência e outras necessidades de acessibilidade.

O texto atual da NR-5 não contém uma obrigação geral de afixar um mapa padronizado em todas as empresas. Porém, se a organização escolheu essa ferramenta para comunicar riscos, escondê-la em um arquivo ou mantê-la inacessível reduz sua utilidade.

Versões digitais podem complementar a comunicação, mas não devem ser o único meio quando parte dos trabalhadores não possui acesso fácil ao sistema.

Erros comuns ao elaborar um mapa de risco

Um mapa colorido não é necessariamente um mapa tecnicamente adequado. Entre os erros mais frequentes estão:

  1. Trocar as cores dos grupos: isso compromete a interpretação e pode gerar informações incorretas.
  2. Copiar um modelo pronto: mapas de outras empresas servem apenas como referência visual. Os riscos precisam ser levantados no ambiente real.
  3. Definir o tamanho dos círculos sem critérios: classificar tudo como pequeno, médio ou grande por opinião torna o documento inconsistente.
  4. Ignorar os trabalhadores: quem realiza a atividade possui informações importantes sobre falhas, desconfortos e quase acidentes.
  5. Confundir perigo com medida preventiva: “uso de EPI” não é um risco. O mapa deve identificar a fonte ou situação perigosa.
  6. Tratar o mapa como substituto do PGR: a representação visual não elimina a necessidade do inventário de riscos e do plano de ação.
  7. Não tomar providências: identificar um risco sem definir medidas, responsáveis e prazos transforma o mapa em mera decoração.
  8. Manter versões desatualizadas: mudanças em máquinas, produtos, processos e layout precisam ser refletidas no documento.

Foto de Anderson Fernandes
Anderson Fernandes
Com formação superior é técnico em Segurança do Trabalho do Sistema Metra. Há mais de 20 anos trabalhando ininterruptamente na área da SST. Formado ainda no Curso de Tecnólogo em Segurança do Trabalho e cursando Engenharia visando a pós graduação em Segurança do Trabalho. Atua ainda como intérprete de LIBRAS e atualmente é consultor de diversas empresas em ramos de atividade como: Mineração, Automobilística, Manutenção Elétrica de Grande Porte, Cerâmica, Refratários, Saúde entre outros. É proprietário da empresa Mais Saúde e Segurança do Trabalho e atende seus clientes de forma personalizada moldando ações conforme as características de cliente.

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